quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Vacinação em gatinhos


Tal como nos cachorros, a vacinação dos gatinhos é muito importante para que eles se mantenham de boa saúde. A maior parte das doenças para que os gatos são vacinados são causadas por vírus sendo a maior parte delas graves e fatais, uma vez que o seu tratamento não é eficaz mas apenas conservativo.

Os gatinhos também recebem protecção através dos anticorpos enquanto se amamentam da sua mãe (principalmente das vacinadas). A vacinação deve começar quando estas defesas principiam a desaparecer. As vacinas dos gatinhos devem ser iniciadas às 8 ou 9 semanas (2 meses) e é conveniente que gato esteja desparasitado. As vacinas que podem ser feitas nesta fase são duas( uma com duas valências, a coriza e panleucopénia e outra que previne a leucose felina (FeLV)). As vacinas serão repetidas 3 semanas a um mês depois da primeira dose para que a protecção contra estas doenças seja completa. Todas estas vacinas devem ser repetidas anualmente durante toda a vida do animal.
Até o plano de vacinação estar completo deve-se evitar que o gato venha à rua e que contacte com outros gatos que não estejam vacinados uma vez que ainda não estão inteiramente protegidos e podem ser infectados por estes vírus.

Ao contrário dos cães, não existem vacinas obrigatórias para os gatos. O plano de vacinação do gato será diferente se este for exclusivamente de casa ou se tiver acesso ao exterior uma vez que algumas doenças são transmitidas apenas por contacto com outros gatos (FeLV). No entanto, existem doenças que os gatos podem contrair mesmo sem sair de casa, nem contactar com outros animais uma vez que os próprios donos podem trazer os vírus para dentro de casa. Ao andar na rua ou contactar com outros gatos as pessoas podem trazer vírus agarrados à roupa ou aos sapatos que resistem lá durante vários meses e que podem ser transmitidos aos gatos.

A vacina da raiva também pode ser dada a gatos a partir dos 3 meses. São vacinados animais que estejam em zonas de risco ou que viagem para países onde a vacina da raiva é obrigatória e a sua revacinação deve ser anual.

Coriza: é causada por um conjunto de dois vírus, o calicivírus e o herpesvírus felino. Atacam o aparelho respiratório e os olhos causando corrimento nasal e ocular, salivação, tosse, dificuldade respiratória, febre e perda de apetite, podendo chegar a causar pneumonia. Transmite-se através das secreções (espirros, lambidelas, lágrimas), e através de objectos ou pessoas que contactem com um gato doente. As gatas infectadas e não vacinadas eliminam o vírus após o parto contaminando os filhotes. Em gatos adultos e saudáveis pode não ser grave mas em gatinhos ou gatos idosos pode ser fatal.

Panleucopénia: a sua causa é o parvovírus felino. Os sintomas são perda de apetite, apatia, febre, vómitos e diarreia líquida que se vão agravando, podendo causar a morte. Este vírus é bastante resistente no ambiente e os animais são contaminados por contacto com gatos doentes ou com pessoas/objectos que tenham contactado com gatos doentes.

Leucose felina: é uma doença mortal causada pelo vírus da leucemia felina. A vacina é a única forma de prevenir a doença pois não existe tratamento. O vírus pode originar tumores malignos, enfraquecer o sistema imunitário e provocar anemia nos gatos. Os sintomas mais comuns são falta de apetite, fraqueza, diarreias e febre. Os animais infectados podem viver vários anos sem demonstrar sintomas, mas continuam a espalhar o vírus. A transmissão faz-se através do contacto com saliva, lágrimas, urina e fezes de gatos infectados, sendo a principal via as mordeduras entre gatos. Também pode ser transmitida de mães para filhos ainda durante a gravidez ou através do leite.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Coelhos - Cuidados Gerais III

Vacinação e desparasitação
Existem duas vacinas para coelhos, a da mixomatose e a da doença vírica hemorrágica, ambas doenças exclusivas dos coelhos.


A mixomatose é causada por um vírus que se transmite por contacto com coelhos infectados ou através de insectos. Os animais doentes apresentam conjuntivite, corrimento purulento nos olhos e lesões em volta dos olhos, orelhas, ânus e genitais e geralmente a doença acaba por ser fatal. A vacina deve ser dada a partir dos 2 meses de idade e repetida anualmente.

A doença vírica hemorrágica é causada por um vírus. Transmite-se por: contacto entre coelhos doentes, insectos, ingestão de água ou comida contaminada ou contacto com objectos contaminados (jaulas, bebedouros, comedouros, etc). Os sinais da doença são corrimento nasal hemorrágico, prostração, falta de apetite e muitas vezes o animal acaba por morrer em poucos dias. Este vírus é muito resistente no ambiente podendo sobreviver mais de um ano em locais infectados.
A vacina para esta doença deve ser dada a partir dos 2 meses e repetida anualmente ou de 6 em 6 meses, conforme o risco de contaminação.

A desparasitação interna deve ser feita no mínimo de 6 em 6 meses, com xarope, injecção ou spot-on (pipeta) de acordo com as indicações do médico veterinário.
A desparasitação externa deve ser feita mensalmente em animais que tenham acesso ao exterior com um spot-on (pipeta).

Problemas médicos mais comuns
Crescimento dentário: a sua dentição é composta por incisivos que usam para cortar a comida e por molares que se encontram na parte de trás da boca e que moem os alimentos. Todos os dentes são de crescimento contínuo pelo que necessitam de comer alimentos ricos em fibra para os desgastar. Há ainda inúmeros brinquedos e suplementos que se porem dar para prevenir este problema (ver aqui http://bichoscaprichosvet.blogspot.com/2009/05/patologia-dentaria-em-coelhos.html)

Alterações gastrointestinais: podem ser causados por alimentos aos quais sejam sensíveis, bactérias, vírus, stress, obstrução por corpos estranhos ou pêlo.
Em casos de diarreia deve ser retirado o alimento suspeito de a ter causado e se esta não parar e o animal tiver falta de apetite deve ser levado ao médico veterinário.
Quando o coelho não come durante 24 horas também deve ser levado ao médico veterinário pois após este período o animal corre risco de vida. Este comportamento está relacionado com problemas dentários, dor ou stress.

Alterações neurológicas: podem acontecer em coelhos desde a nascença, serem súbitas ou progressivas. Os sintomas vão desde o animal pôr a cabeça de lado até convulsões e as causas podem ser golpes de calor, otites, parasitas, vírus e bactérias.


Alterações respiratórias: as causas mais comuns são vírus (mixomatose e doença vírica hemorrágica) e bactérias (Pasteurella). A pasteurelose é uma das doenças respiratórias mais comuns, sendo transmitida por contacto directo com coelhos infectados, objectos contaminados ou por secreções de animais infectados. Os sinais mais comuns são rinite, conjuntivite, corrimento purulento nos olhos ou nariz, abcessos e pneumonia.

Alterações cutâneas: tal como outros animais podem ter infestações por pulgas e carraças que se alimentam do seu sangue e podem ser eliminadas com desparasitação externa regular.
Para além disso ocorrem frequentemente infestações por ácaros e fungos, principalmente quando não conseguem fazer a sua higiene de forma adequada. Nestes casos há descamação da pele, comichão e algumas zonas sem pêlo.
Quando alojados em zonas onde o piso é irregular, está muito sujo e/ou quando são obesos, os coelhos podem apresentar pododermatites (zonas sem pêlo e inchadas nas patas traseiras) que devem ser tratadas de forma a que não se formem feridas.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Vacinação em Cachorros

A vacinação é a primeira barreira contra as doenças, sendo a melhor forma de manter o seu cão saudável, prevenindo doenças que são muitas vezes fatais. A maioria das doenças para que os animais são vacinados são causadas por vírus portanto o seu tratamento não é eficaz, apenas conservativo. Ter a vacinação do seu cão em dia é fundamental para prevenir a sua contaminação e a transmissão de doenças a outros animais e às pessoas.

Enquanto mamam, os cachorros recebem da mãe (principalmente das cadelas vacinadas) anticorpos que os protegem contra algumas doenças, mas a partir do desmame esta protecção vai diminuindo e acaba por desaparecer completamente. Enquanto estes anticorpos estão presentes não permitem que o cachorro responda devidamente às vacinas e desenvolva a sua própria imunidade para certas doenças. Sendo assim, os cachorros devem ser vacinados com várias doses de forma a ter uma resposta mais eficaz. A partir do mês e meio de idade (45 dias) muitas vezes já não estão a mamar e os anticorpos da mãe existem em pouca quantidade, portanto o cachorro já não está suficientemente protegido e a resposta à vacina vai-lhe permitir criar defesas mais eficazes. Aos 45 dias, os cachorros deverão estar já desparasitados e podem ser vacinados contra a esgana e a parvovirose. Apesar de não ficarem completamente protegidos contra estas doenças, esta vacina melhora as suas possibilidades de sobrevivência caso sejam infectados com alguma delas. Quando atingem os 2 meses de idade, como as suas defesas já estão mais desenvolvidas é dada uma vacina com 4 valências que o irá proteger não só da parvovirose e da esgana como também da hepatite canina e da leptospirose. Esta vacina com 4 valências é repetida 3 semanas a um mês depois da primeira dose (revacinação) para que o cão fique completamente protegido contra todas estas doenças.
Durante o período em que o esquema de vacinação do cachorro não está completo deve ser evitado o contacto com cães que não estejam completamente vacinados e zonas frequentadas por eles. Mesmo depois da última vacina, o cão só ficará completamente protegido após cerca de uma semana pelo que é recomendado que ainda se mantenha afastado de cães não vacinados evitando também passeios na rua.
As vacinas para a esgana, parvovirose, leptospirose e hepatite canina devem ser repetidas durante toda a vida do animal anualmente.
Existem hoje em dia vacinas para a parvovirose, esgana e hepatite canina que não necessitam de ser repetidas anualmente, mesmo assim não deve dispensar a visita anual ao veterinário para verificar o estado de saúde do seu animal. Além disso ainda não existem vacinas para a leptospirose que protejam os cães por mais do que um ano pelo que esta deve ser sempre repetida anualmente.

A vacina da raiva, que é obrigatória por lei, pode ser dada a partir dos 3 meses de idade. Esta vacina não necessita de revacinação, apenas tem de ser repetida anualmente, uma vez que o cachorro nesta idade já consegue, com uma só dose de vacina, criar defesas contra esta doença.

Parvovirose: causada por um vírus que ataca o coração e o intestino causando vómitos e diarreia com sangue (diarreia muito escura ou vermelha), febre ou diminuição da temperatura e levando muitas vezes à morte dos cachorros.

Esgana: o contágio com este vírus faz-se através do aparelho respiratório. Afecta a maior parte dos tecidos causando corrimento nasal e ocular, tosse, febre, vómitos diarreia que vão piorando progressivamente. Pode haver sintomas neurológicos 2 semanas após a infecção. As formas mais graves são geralmente fatais para o animal, podendo os animais sobreviventes ficar com sequelas nervosas (tiques, epilepsia, etc).

Hepatite canina: os cães podem apanhar este vírus por inalação ou ingestão. Afecta os gânglios, fígado, vasos sanguíneos, rins e olhos. Os cães apresentam diminuição do apetite, febre, vómitos, diarreia, icterícia, mucosas pálidas e os olhos podem ficar com uma cor azulada (edema da córnea).

Leptospirose: afecta cães e outros mamíferos incluindo o Homem. Os sintomas podem variar entre vómitos, aumento da ingestão de água, diminuição da produção de urina e úlceras na boca e estômago, febre, icterícia e diarreia com sangue. É muitas vezes fatal.

Raiva: embora não exista em animais domésticos em Portugal há vários anos existe ainda em animais selvagens e em muitos países da Europa. Transmite-se através da mordedura e afecta a maior parte dos animais incluindo o Homem. Causa alterações de comportamento e sinais neurológicos sendo fatal em animais não vacinados

Além destas, existem ainda vacinas para a piroplasmose (febre da carraça) e tosse do canil que não são dadas por rotina, mas sobre as quais se deve aconselhar com o seu médico veterinário.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Tumor mamario

O aumento dos cuidados veterinários, a alimentação correcta e o maneio mais cuidado dos animais domésticos permitiram que o tempo de vida médio dos nossos animais de companhia seja muito superior. Consequentemente, doenças que geralmente acometem animais idosos tornam-se mais frequentes. É o caso, por exemplo, dos tumores.
Dentro dos tumores que surgem nas cadelas e gatas, o cancro de mama merece destaque. Eles representam cerca de 25 a 50% das neoplasias (termo correcto para definir o tumor) que atacam as fêmeas (cadelas e gatas).


E como detectar se o seu animal de estimação possui neoplasia mamaria? Os proprietários devem prestar atenção a aumentos de volume na região das mamas, devendo palpar esta região com alguma frequência. As alterações podem ser inchaço de consistência macia e aumento da temperatura no local, podendo ocorrer vermelhidão regional da pele, que podem ser mastites, comuns em fêmeas que estejam a amamentar ou com gravidez psicológica e/ou alterações hormonais. Esta situação requer tratamento mas não é tumoral. Por outro lado os tumores começam por pequenos nódulos que variam de tamanho e podem apresentar consistência muitas vezes endurecida. Estas pequenas formações podem ser benignas ou malignas (cancro). Os tumores benignos tendem a apresentar menor velocidade de crescimento, demorando meses ou anos para aumentar seu volume. Em contrapartida, os tumores malignos tendem a se desenvolver rapidamente, muitas vezes apresentando feridas em sua extensão. Além disso, o tumor mamário maligno apresenta a possibilidade de gerar metástases, ou seja, a migração de células tumorais para órgãos diversos, como pulmões, fígado e baço, que levam o animal à morte em curto espaço de tempo.


É bom lembrar que o tratamento cirúrgico é o de eleição. Mesmo nódulos pequenos, com aparência de benignidade, podem revelar focos de células malignas. A avaliação deve ser feita por um médico veterinário.
O factor tempo é primordial para o sucesso do tratamento e na expectativa de sobrevida do animal após a cirurgia. O diagnóstico e tratamento precoce são as palavras-chaves. Não ignore qualquer alteração da glândula mamária do seu animal, quanto mais cedo for tratada melhor. Se você tem uma cadela ou gata em casa, habitue-se a palpar as mamas do animal com frequência, de modo a detectar precocemente nódulos e tumores e, se alguma alteração for notada, procure imediatamente o médico veterinário para que as medidas correctas sejam adoptadas. Quando levar o seu animal a consultas de rotina peça também para procederem a um exame das glândulas mamárias pois os pequenos tumores às vezes passam despercebidos à palpação menos experiente.


O melhor método contraceptivo é a castração, pois a utilização de medicações, sejam anticoncepcionais ou abortivos, pode levar a maior predisposição ao aparecimento de tumores malignos.
Sabe-se que a castração é um método preventivo (99,95%) contra o aparecimento do cancro de mama se ela for realizada precocemente, antes do primeiro cio do animal. Após esse período, a taxa percentual de prevenção é reduzida, até se tornar nula.
Ao contrário do que algumas pessoas acreditam, animais que nunca tiveram crias não são mais susceptíveis ao tumor de mama.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Dentição dos cães

O cão adulto possui 42 dentes (20 na mandíbula superior e 22 na mandíbula inferior) e o cachorro tem 32. Ao nascer os cachorros não têm dentes. Os dentes de leite surgem a partir do 20º dia até à 5ª semana. Em seguida todos os dentes de leite são substituídos pelos definitivos entre o 4º mês e o 7º mês. As datas de erupção e muda podem variar em função da raça.

A formula dentária dos dentes definitivos do cão é: 6 incisivos, 2 caninos, 8 pré-molares e 4 molares em cima e 6 incisivos, 2 caninos, 8 pré-molares e 6 molares em baixo.


Os cuidados com os dentes devem começar desde a mais tenra idade.

Verifique se os dentes de leite caíram. A permanência dos dentes de leite pode trazer vários problemas na saúde oral do seu animal.

Habitue o seu cachorro à escovagem dos dentes e à manipulação da boca.

Forneça uma alimentação correcta, evitando sempre os doces.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Até que enfim é sexta-feira!



Estou cansado!

Já posso dormir um bocadinho...



terça-feira, 4 de agosto de 2009

Coelhos - Cuidados gerais II

Higiene

A jaula deve ser limpa pelo menos uma vez por semana, ou com mais frequência quando passam muitas horas dentro dela. O piso da jaula molhado predispõe a úlceras nas patas e o risco de doenças respiratórias aumenta quando há grandes acumulações de urina. Os coelhos eliminam o cálcio na urina pelo que por vezes a sua urina pode ser bastante espessa e ter uma cor alaranjada sem estarem doentes.
De madrugada os coelhos produzem fezes mais moles, ricas em nutrientes e vitaminas, que ingerem para sofrerem uma segunda digestão. Quando há alterações nos dentes ou obesidade, o animal não consegue realizar esta rotina e estas fezes podem acumular-se no pêlo, podendo alojar insectos indesejáveis. Nestes casos deverão ser limpos com água e sabão e o pêlo deve ser bem seco.
Na maior parte dos casos os coelhos escolhem um local onde fazem as fezes e urina, por isso podem ser habituados usar uma caixa própria para esse efeito, com o fundo coberto com o mesmo material que a jaula.
O banho frequente não é aconselhado uma vez que os coelhos tratam da sua higiene diária e têm uma pele sensível. Caso haja necessidade de dar banho devem ser bem secos no final pois a humidade predispõe a problemas de pele. Devem ser escovados frequentemente para eliminar pêlos mortos, evitando a sua ingestão. Caso haja uma grande ingestão de pêlos ao fazer a sua higiene é aconselhável fornecer-lhes produtos próprios para ajudar a eliminação de pêlos do intestino, principalmente em coelhos de pêlo comprido.

Exercício

Como têm os ossos frágeis, além do suplemento de cálcio devem fazer bastante exercício (pelo menos 3 horas por dia) para prevenir a osteoporose. Para isso deve ser disponibilizada uma área da casa ou jardim onde não haja cabos eléctricos, nem plantas ornamentais ou madeiras tratadas que possa roer, uma vez que são muitas vezes tóxicas.
Caso o coelho vá ao jardim, este deve estar acompanhado ou deve ser colocada uma vedação para lhe limitar os movimentos a locais onde não corra perigo. No jardim os coelhos têm tendência para escavar buracos, por isso devem ser colocados em locais onde não seja possível fazê-los.
Devem fornecer-se esconderijos como caixas de cartão ou túneis de plástico ou cartão e estes mesmos esconderijos podem ser usados para colocar frutas e legumes de que o animal goste para que ele seja obrigado a procurá-los.

Reprodução

A sua actividade sexual inicia-se entre os 4 e 9 meses, sendo as raças mais pequenas mais precoces. As fêmeas fazem ciclos de 14 a 16 dias durante os quais estão aptas a acasalar, fazendo paragens de 1 a 2 dias entre ciclos. A gravidez dura cerca de 1 mês, após o qual nascem as crias que são totalmente dependentes do leite da mãe durante 3 semanas. A partir das 4 semanas começam a comer feno tornando-se independentes até às 6 semanas de vida.
Não é aconselhável acasalar coelhos da mesma família (pais, irmãos, etc) pois isto predispõe ao aparecimento de doenças nas ninhadas, desde problemas dentários até alterações neurológicas.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009