quarta-feira, 8 de julho de 2015

Como escovar os dentes do seu cão



1º Passo: Escolha a hora certa
Escove os dentes do seu cão quando ele está calmo e relaxado. O ideal é criar uma rotina diária, mas se a boca do seu animal está saudável e o dono não tem tempo, a escovagem três vezes por semana já faz a diferença. Sem a escovagem a placa bacteriana pode depositar-se, o que leva a que o seu animal tenha mau hálito, problemas de gengivas e até queda de dentes. 

2º Passo: Reúna o material necessário
Existem escovas e pastas de dentes próprias para cães. As cerdas são mais macias e angulosas. Para além disso, é possível encontrar escovas de diferentes formas: escovas em forma de dedos resultam muito bem em cães com menos de 30 Kg, enquanto que em animais mais pesados um cabo mais comprido permite um melhor acesso. A pasta de dentes também deve ser própria para animais e pode ter vários sabores (aves ou manteiga de amendoim), uma vez que a pasta de Humanos contém ingredientes que podem prejudicar o estômago do seu cão. 

3º Passo: Assuma a posição
Certifique-se que está num local confortável para o seu animal de estimação. Não fique por cima do seu cão, não o agarre excessivamente e não assuma uma atitude ameaçadora. Em vez disso, tente ajoelhar-se à sua frente ou sentar-se ao seu lado. Preste atenção aos níveis de ansiedade e concentração do seu cão, se ele se mostrar chateado pare e tente mais tarde. Pode ser necessário treinar cada passo, até que este seja aceite e tolerado pelo seu animal de estimação. 

4º Passo: Preparação da boca
Teste a tolerância do seu cão ao toque dos seus dedos na boca esfregando os seus dedos nas gengivas e dentes superiores com pouca pressão. Isto vai ajudá-lo a habituar-se à mexer na boca. Dê sempre um biscoito como recompensa quando o animal permitir mexer sem ficar irrequieto. Pode necessitar de várias sessões de treino para que o animal se sinta confortável e possa passar a usar a escova de dentes.

Adaptado de: http://pets.webmd.com/healthy-dog-teeth-10/slideshow-brushing-dog-teeth?ecd=wnl_dog_061814&ctr=wnl-dog-061814_ld-stry&mb=ItcZCjIztYBJn2vvLKA%403%40HnVev1imbCFY%2fqOHB2ctM%3d

sábado, 4 de abril de 2015

Esgana - vacine para prevenir!



A esgana é uma doença causada por vírus que afecta cães e outros carnívoros como os furões, raposas e lobos que é altamente contagiosa. Afecta principalmente os sistemas respiratório, digestivo e nervoso do animal sendo das doenças infecciosas mais mortais dos cães.


O vírus passa-se facilmente de cão para cão através do contacto directo com animais doentes (secreções oculares, nasais, diarreia, espirros, etc). Os cães não vacinados e os cães jovens, entre 3 e 6 meses de idade, são mais susceptíveis de contrair a doença embora possa afectar animais de qualquer idade e raça.


Os sintomas iniciam-se habitualmente uma semana após o início da infecção. Geralmente começam com febres altas, vómitos, diarreia, desidratação e falta de apetite. Numa segunda fase podem aparecer sintomas respiratórios como tosse, dificuldade respiratória e corrimento com pús nos olhos e nariz que são causados não só pelo avanço da infecção pelo vírus como pelas infecções secundárias por bactérias. Por fim surge a fase dos sintomas neurológicos como espasmos nervosos, convulsões, paralisias e coma.


Cerca de 50% dos animais infectados pode chegar a ter sintomas neurológicos e na sua maioria acabam por morrer ou ficar com sequelas nervosas como tiques.

Qualquer cão que não esteja vacinado e apresente este tipo de sintomas, principalmente se não estiver vacinado, deve ser levado de imediato ao médico veterinário para que este possa fazer um diagnóstico adequado. Para além dos sintomas o diagnóstico é feito através de análises sanguíneas específicas. 


Não há tratamento específico para este vírus portanto todo o tratamento será para combater as infecções secundárias por bactérias e ajudar a reduzir os sintomas.


A partir do momento em que se detecta que um cão tem esgana deve ser separado de outros cães e os locais onde ele estava devem ser desinfectados. O vírus da esgana morre facilmente no ambiente com temperaturas mais elevadas ou detergentes/desinfectantes como a lixívia. Pode manter-se por mais tempo no ambiente se as temperaturas forem próximas dos 0ºC. O vírus pode ser transportado na roupa ou calçado de quem contacta com o animal doente e infectar outros animais. Por isso é importante que quem esteja a tratar um animal doente use uma roupa e calçado específico enquanto trata o animal. Caso tenha algum cão que morreu de esgana deve evitar ter cães no mesmo local durante 6 meses.


A única forma de prevenir esta doença é através da vacinação. A vacina da esgana pode ser iniciada a partir do mês e meio de idade. Nos cachorros é necessário fazer reforço da vacina  de acordo com as indicações do médico veterinário e depois de adultos o reforço deve ser feito todos os anos para a protecção contra a esgana se manter eficaz. Para evitar que os cachorros fiquem doentes antes de terminar o protocolo de vacinação devem ser mantidos em zonas limpas e evitar contacto com outros cães.

sábado, 17 de janeiro de 2015

Doenças ósseas de cães em crescimento

Em qualquer idade o seu cão pode coxear por variadíssimas razões, mas os animais em fase de crescimento têm predisposição para certas doenças, principalmente os cães de raça de grande porte, com muito peso. Estas podem resolver-se sozinhas, se a causa é reversível, enquanto que outras podem ser mais graves e levar a uma coxeira permanente ou a uma condição debilitante como a artrite. Procure o seu médico veterinário para determinar o porquê do seu animal coxear. Este pode recomendar a realização de radiografias ósseas de forma a identificar a origem do problema. 

Doenças comuns em cães em crescimento:

1. Osteocondrite Dissecante: é uma condição em que a cartilagem na extremidade de um osso junto à articulação se desenvolve de forma anormal e se separa do osso subjacente. Embora ocorra mais frequentemente a nível da articulação do ombro, o cotovelo, a anca e o joelho também podem estar envolvidos. Se um pedaço de cartilagem se parte e fica livre na articulação, é necessário remove-lo cirurgicamente, visto que este na articulação causa inflamação e dor que pode variar de leve a intensa, ser intermitente ou constante. Por vezes é necessário recorrer a medicação para aliviar a dor e reduzir a inflamação associadas.

2. Panosteíte: deve-se a uma inflamação na superfície dos ossos longos, vulgarmente conhecida como "dores de crescimento". Pode afectar mais do que um osso de cada vez, mas normalmente os animais apresentam dor e coxeira que vai variando/saltitando de osso para osso. Esta doença deve-se essencialmente a um crescimento rápido e como tem carácter auto-limitante, isto é, consegue resolver-se por si só, o único tratamento recomendado visa apenas o alívio da dor.

3. Osteodistrofia hipertrófica: resulta da inflamação das placas de crescimento dos ossos longos. Os sinais mais comuns são inchaço, dor nas articulações, febre e perda de apetite. Como também é uma doença associada a um crescimento rápido e auto-limitante, muitas vezes não tem complicações. No entanto, se as lesões nas placas de crescimento forem irreversíveis, estas podem levar à deformidade dos membros. O tratamento desta doença envolve usualmente medicação para aliviar a dor e a inflamação.

4. Displasia do cotovelo: é causada por um crescimento ou desenvolvimento anormal da articulação do cotovelo, que pode criar problemas nos 3 ossos envolvidos nesta articulação (úmero, rádio e ulna). Esta condição pode ser dolorosas e muitas vezes é necessário recorrer à resolução cirúrgica das mesmas, uma vez que com o passar do tempo pode conduzir a uma doença articular degenerativa (artrite) grave se não for diagnosticada e tratada a tempo.


5. Displasia da anca: ocorre quando os ossos da anca não crescem na mesma proporção, o que impossibilita que articulem/encaixem de forma adequada. Desta forma, os ossos ficam fora da sua localização normal, causando coxeira, dor e artrite secundária. Como é considerada uma doença hereditária, animais com esta condição não devem ser reproduzidos. É mais frequentemente encontrada em raças de grande porte, como Labradores, Goldens Retrievers, Mastins, Pastores Alemães e Rottweileres. Assim, se o seu cachorro pertence a raças referidas anteriormente, converse com o seu médico veterinário sobre a dieta mais equilibrada e qual a altura ideal para o despiste desta patologia. Animais com diagnóstico positivo podem não chegar a evidenciar sinais, ou em casos mais graves coxearem e terem muita dificuldade a deitarem-se e levantarem-se. Em ambos as situações, a artrite secundária tende a desenvolver-se com a idade, causando dor e mobilidade reduzida. Existem várias opções para o tratamento da displasia da anca, incluindo vários tipos de cirurgia e medicação, fale com o seu médico veterinário.

6. Luxação da rótula: acontece quando o joelho, mais propriamente a rótula do seu cão sai da sua posição normal e desliza de um lado para o outro quando o membro é estendido. A gravidade da lesão pode variar de ligeira e a luxação é ocasional, a grave, que implica que a patela esteja sempre luxada. A condição pode piorar com o tempo e os sinais tornam-se mais evidentes à medida que a idade do seu cão aumenta. É mais comum em raças de pequeno porte e considerada uma doença hereditária que é tratada cirurgicamente.

Se tiver dúvidas procure o seu médico veterinário, ele consegue garantir a saúde e bem-estar do seu animal de estimação.

Adaptado de: http://www.pethealthnetwork.com/dog-health/bone-diseases-growing-dogs

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

As raças de cães mais populares e os problemas de saúde mais frequentes



Husky Siberiano 
Doenças auto-imunes: O Husky tem predisposição para doenças auto-imunes. Isto é, o sistema de defesa ataca e destrói tecidos saudáveis do próprio corpo. Estas condições causam normalmente feridas cutâneas e perda de pêlo, principalmente na face e conduz a problemas oculares, como glaucoma e cataratas.

Pug 
Problemas oculares: Devido à conformação da cabeça e aos olhos esbugalhados, o Pug tem tendência a ter problemas oculares. Um dos problemas mais sérios é a saída do olho da órbita ocular, após um acidente ou luta entre cães. Se isso acontecer, proteja o olho com um pano húmido e procure o seu médico veterinário. Ele consegue recolocar o olho do seu animal, contudo a capacidade visual do olho vai depender da gravidade do problema.

Pastor Alemão 
Displasia da anca: Nesta doença os ossos da anca não encaixam de forma adequada, o que causa dor, artrite e problemas de locomoção. Quando procurar um cachorro desta raça, garanta que o criador já fez o despiste de displasia da anca dos seus progenitores, uma vez que parentes com ancas saudáveis estão mais propensos a ter cachorros sem problemas.

Labrador Retriever 
Obesidade: Qualquer cão pode ter excesso de peso, mas o Labrador parece estar mais predisposto. Como nas pessoas a obesidade causa problemas de saúde, e como a prevenção é mais fácil do que perder peso, procure o seu médico veterinário e defina um plano dietético a seguir. Os Labradores necessitam de exercício diariamente e se o seu cão está sempre a pedir-lhe comida, pode experimentar dar-lhe cenouras cruas, feijão-verde e maça.



Beagle 
Epilepsia: A epilepsia é uma doença neurológica que causa convulsões e parece ser mais comum em Beagles do que em outras raças de cães. Cães com epilepsia usualmente têm a primeira convulsão entre os 6 meses e os 3 anos de idade. Apesar das convulsões não terem cura, quando as convulsões se tornam frequentes (mais de 1 vez por mês), estas podem ser controladas com medicação anticonvulsiva.

Boxer 
Cancro: Esta raça tem maior risco de desenvolver certos tipos de tumor como, linfoma (tumor dos gânglios linfáticos) e mastocitomas (tipo de tumor da pele). Em ambos os casos, os tumores são normalmente detectados como uma protuberância anormal ou inchaço no corpo do seu animal. Têm tratamento, mas é importante serem diagnosticados o quanto antes. Se tem um Boxer seja cauteloso e esteja atento a qualquer protuberância que apareça no seu corpo.

Pinscher 
Problemas cardíacos: A cardiomiopatia dilatada (CMD) é um problema cardíaco sério, em que as paredes das câmaras cardíacas estão mais finas do que o normal e o coração não consegue bombear o sangue de forma adequada. Os donos muitas vezes não se apercebem do problema até que o cão desmaie. Como este problema é muito frequente nestas raças é aconselhável fazer uma revisão anual da condição cardíaca do seu animal. A medicação pode regular o ritmo e melhora a capacidade do coração bombear o sangue, mas não existe cura.

Cocker Spaniel 
Infecções dos ouvidos: Como tem orelhas pendentes e peludas é frequente desenvolverem otites. A melhor forma de prevenir é com limpeza dos ouvidos de duas em duas semanas e ocasionalmente virá as orelhas para cima de forma a que o ouvido consiga respirar. Para além disso, os pêlos que crescem no seu interior devem ser arrancados ou aparados com tesoura, de forma a deixar o canal limpo e mais seco possível.

Yorkshire Terrier 
Shunt porto-sistémico: É um defeito congénito vascular comum em raças pequenas como o Yorkshire. A veia porta transporta toxinas do intestino para o fígado que as elimina da circulação sanguínea. Com este defeito o sangue não passa no fígado e as toxinas não são eliminadas. É comum observar-se um fraco crescimento do animal, vómito e convulsões. Muitas vezes, o shunt porto-sistémico pode ser corrigido com cirurgia e o animal poderá ter uma vida normal e saudável.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Dicas para viajar em segurança com o seu animal de estimação

Para algumas pessoas as férias não são a mesma coisa se não puderem levar o seu amigo de 4 patas. Apesar disso, as viagens podem ser muito stressantes, tanto para o dono, como para o animal, por isso deve ser feita alguma preparação prévia para assegurar que a viagem é segura e confortável para todos.
Viajar com um animal envolve mais do que metê-lo na traseira do carro e ir vigiando, principalmente se a viagem for longa ou estiver fora por uma longa temporada. Aqui ficam algumas dicas para o ajudar a preparar uma viagem segura e sem imprevistos:

- Mantenha o seu animal seguro numa caixa de transporte bem ventilada: há uma enorme variedade de transportadoras feitas de metal, plástico ou tecido. Seja qual for a sua escolha assegure-se que o seu animal pode manter-se de pé, sentar-se, deitar-se e virar-se dentro dela. É aconselhável habituar o seu animal à transportadora ainda no conforto da sua casa com a devida antecedência.

- Prepare o seu animal para a viagem, levando-o para uma série de pequenas viagens de carro e aumentando o tempo da viagem gradualmente. Certifique-se que a transportadora está segura ao banco ou ao carro para não se virar em caso de uma travagem brusca.

- O esquema de alimentação do seu animal no dia da viagem deve começar com uma refeição ligeira 3 a 4 horas antes da viagem (se o animal enjoar aconselha-se não dar de comer nas 6 horas anteriores). Se a viagem for longa deve fazer diversas paragens para lhe dar água e comida, nunca o alimente com o carro em movimento.

- Nunca deixe o animal sozinho dentro do carro. Num dia de calor, mesmo com as janelas abertas, um veículo pode tornar-se um forno em pouco tempo e o animal pode fazer um golpe de calor. Quando o tempo está muito frio, o carro pode funcionar como um frigorífico, mantendo o frio lá dentro e provocando hipotermia.

- O que deve incluir no kit de viagem do seu animal de estimação? Além dos documentos do seu animal, taça da comida, ração, trela, escova/pente, sacos para os dejectos, kit de primeiros socorros e medicação, deve levar também brinquedos e uma manta/cama a que o cão esteja habituado.

- Certifique-se que o seu animal tem um microchip e uma chapa na coleira com os contactos do dono.

- Não permita ao seu animal andar com a cabeça fora da janela pois pode ser magoado por algum objecto exterior. Mantenha-o no banco traseiro, recorrendo a uma transportadora ou um cinto de segurança para animais e um peitoral.

- Se vai viajar para o estrangeiro tenha em conta muito provavelmente será necessário pelo menos o passaporte e a vacina da raiva em dia para poder viajar. Informe-se com o seu médico veterinário sobre todos os requisitos do país de destino.

- Se as viagens forem muito frequentes pode valer a pena investir em coberturas impermeáveis para os estofos do carro.

Adaptado de ASPCA

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Como acabar com as pulgas em casa



O seu cão ou gato andam a coçar-se ultimamente? Viu uma coisa pequenina preta a saltar do sofá para o seu braço? Não entre em pânico, controle a situação seguindo estes passos.

 - Telefone ao médico veterinário:
O seu animal está a cumprir o programa de desparasitação externa adequado? Se costuma colocar-lhe algum produto para prevenção de pulgas e carraças e mesmo assim ele as apanha algo não está a ser feito correctamente. Pergunte ao seu médico veterinário qual é o produto mais adequado ao seu animal. O ideal é um produto que mate não só pulgas adulta como os seus ovos e que funcione bem no clima onde vive. 
A maioria dos produtos para as pulgas só precisam de ser aplicados uma vez por mês para prevenir as pulgas de fazer com que o animal e o dono se cocem.
Caso o animal já esteja com pulgas peça ao médico veterinário um produto diferente para experimentar e certifique-se que todos os cães e gatos da casa são devidamente tratados.

- Ponha o aspirador a funcionar:
Se é daquelas pessoas que raramente aspira a casa, as pulgas são um bom pretexto para uma mudança de hábitos.
Ao aspirar regularmente a casa reduz o número pulgas e de ovos de pulgas nos tapetes, frestas do soalho, cortinas e móveis estofados e apanha as que estão por baixo da mobília. Não se esqueça de aspirar as zonas onde o seu animal come e dorme. Esvazie o saco do aspirador ou deite-o no lixo na rua de imediato para que as pulgas não possam voltar para casa.
Deve aspirar diariamente as zonas onde o seu animal passa mais tempo (cozinha, sala, etc) e as restantes zonas da casa semanalmente.
Se tiver uma infestação séria de pulgas mande lavar os seus tapetes com vapor. O calor mata as pulgas mas pode não matar todos os ovos por isso esta limpeza pode ter de ser repetida.
Caso não seja suficiente pode aplicar produtos adequados para matar as pulgas, tendo em atenção que sejam seguros para si e os seus animais ou chamar uma empresa especializada em desinfestações.

- Lavar as camas dos animais com água quente e sabão:
A água quente com sabão também mata as pulgas por isso certifique-se que lava a cama dos seus animais semanalmente à mão ou à máquina. Se o seu animal dorme na sua cama ou na dos seus filhos certifique-se que lava as camas todas lá de casa semanalmente.

- Compre um pente de pulgas
Apesar de parecer uma coisa antiquada um pente de pulgas com os dentes finos pode resultar para ajudar a remover as pulgas. Penteie o animal no exterior e concentre-se na zona do pescoço e base da cauda onde habitualmente há mais pulgas. Tenha sempre uma taça com uma solução de água e sabão onde pode ir molhando o pente para afogar as pulgas.
Ao passar o pente de pulgas regularmente no seu animal também pode verificar a evolução da situação relativamente à infestação de pulgas.

- Dê banho ao animal:
Após ter aspirado e desinfestado a casa, lavado a cama do seu animal e colocado produtos para lhe matar as pulgas pode-lhe dar um banho (respeitando o intervalo da aplicação do produto para as pulgas utilizado no animal). Não precisa de utilizar um champô para matar pulgas pois alguns são tóxicos e as pulgas morrem afogadas com água e sabão. Certifique-se só que o champô que usa é próprio para cão ou gato.

Adaptado de: WebMD Medical Reference