

Somos pelos bichos! E pelos caprichos... Gostamos de cães, de gatos, de coelhos, pássaros, ratos e de quase todos os animais. Gostamos de quem gosta deles e não gostamos de quem não. Gostamos do que fazemos. E às vezes... também não. Somos tímidos e egoístas. Extrovertidos e altruístas. Somos altos e morenos, loiros e pequenos e todas as combinações. Enfim, pintamo-nos de todas as cores, para sermos a cor deles: dos BICHOS E SEUS CAPRICHOS!


Os sintomas aparecem 
-Tosse seca durante períodos prolongados muitas vezes após exercício ou pressão da coleira
- Vómito provocado pela tosse
- Febre
- Apatia
- Corrimento nasal e/ou ocular
- Diminuição do apetite
- Dificuldade respiratória
Se houver infecção bacteriana pode haver agravamento da doença para broncopneumonia o que pode por a vida do animal em risco.
Em muitos casos o estado geral de saúde do cão não está muito alterado e a doença resolve-se rapidamente com medicação.
Para evitar a propagação da doença, quando um animal está infectado deve ser isolado dos restantes e o espaço onde ele esteve deve ser desinfectado e mantido vazio por algumas semanas. Enquanto todos os animais não estiverem completamente curados não deve ser introduzido nenhum animal novo em casa.
A prevenção é a melhor solução por isso deve evitar:
- Dar banho ao seu cão nos dias mais frios e se for mesmo necessário secá-lo muito bem
- Expô-lo a variações de bruscas de temperatura
-Levá-lo para locais de grande concentração de cães.
Caso ele vá para locais de risco como hotéis deverá vacina-lo para esta doença. A vacina não é completamente eficaz na prevenção da doença mas caso ele a apanhe terá sintomas muito mais leves que na maior parte das vezes desaparecem sem necessitar de medicação.
- Hipotermia: se estiverem temperaturas negativas ou mau tempo (chuva por ex.) os animais não devem ser deixados na rua ou fechados dentro de carros durante muito tempo, principalmente os jovens e idosos que são mais susceptíveis ao frio. Se o animal não puder ou não quiser entrar em casa deve-lhe ser dado um local onde se possa abrigar (casota, garagem, arrecadação) para evitar que el
e fique doente ou que procure abrigos perigosos. Caso opte por uma casota, esta não deve ser demasiado grande para o animal, deve ser isoladas do vento e da chuva e deve ter a porta abrigada do vento. Dentro da casota ou da garagem deve ser posta uma cama, um cobertor seco, palha ou um estrado onde dormir para que não esteja em contacto com o frio e a humidade do chão. Em cães de pêlo curto pode ser necessário vestir roupa apropriada para os proteger do frio quando saem à rua.- Problemas articulares: ocorrem sobretudo em animais idosos e devem ser vigiados pois muitas vezes agravam-se com o frio. Se esse for o caso do seu cão/gato deve consultar o médico veterinário para que este lhe indique quais as medidas a tomar.
- Banhos: se der banho ao seu cão/gato seque-o muito bem de seguida e não o deixe sair à rua se não tiver a certeza de que ele está completamente seco.
- Bebedouro: em dias mais frios deve ser verificado várias vezes por dia para se certificar que a água não gelou impedido o seu animal de beber.
para os animais de estimação mas que eles lambem por ser doce. Quando o colocar no seu automóvel deve fazê-lo em locais em que o animal não tenha acesso ou limpar bem os locais onde possa ter sido entornado. Quando passear o cão deve ter cuidado de não o deixar lamber poças de água na rua nem as patas pois podem conter este químico. Os sintomas em caso de ingestão são vómitos e andar cambaleante.
- Carros: nos dias frios deve-se ter cuidado
pois os gatos muitas vezes procuram abrigo dentro do motor o que pode tornar-se fatal. Para evitar que isso aconteça é aconselhável bater no capot ou buzinar antes de arrancar para os tentar assustar.
Aproveite esta época de frio e venha visitar a cidade mais alta de Portugal mas venha agasalhado.
Qual a causa?
Esta doença é causada por aumento de uma hormona (progesterona) ou resposta exagerada a esta hormona. Este aumento pode ser provocado por administração de contraceptivos (pílula) ou por produção exagerada no organismo.
Quem afecta?
Na maior parte dos casos ocorre em gatas jovens logo após o primeiro cio, em gatas que estão a tomar contraceptivos ou em início de gravidez. Muito raramente pode acontecer em machos que estejam a fazer terapêutica hormonal.
Como se manifesta?
Este aumento do volume pode suceder numa ou em ambas as cadeias mamárias e pode não ser igual em todas as mamas. A maioria das gatas apresenta desconforto devido à esta situação, chegando em alguns casos a haver dificuldades de locomoção e úlceras infectadas na pele quando o aumento do volume é muito acentuado.
Como se diagnostica?
Muitas vezes o diagnóstico é feito através dos sintomas e exame físico, podendo ser realizada uma biopsia. Esta situação é benigna e deve ser diferenciada de outras doenças inflamatórias, infecciosas ou tumorais.
Qual o tratamento?
O tratamento é hormonal (medicamentos antiprogesterona).
Nas gatas sujeitas a tratamento anticoncepcional este deve ser parado imediatamente pois é muitas vezes a causa desta doença. Quando o volume mamário regride é recomendada a esterilização pois retira o estímulo das hormonas endógenas e evita o uso de contraceptivos que têm contra-indicações devido à grande concentração de hormonas que possuem. Em casos em que já existem úlceras pode ser necessário retirar o tecido afectado.
Qual o prognóstico?
Quanto mais cedo for identificada a doença melhor é o seu prognóstico e mais simples se torna o seu tratamento por isso, caso veja algum dos sintomas no seu animal deve levá-lo ao veterinário.

A lipidose hepática, também conhecida como fígado gordo, é uma doença que ocorre nos gatos e que consiste na acumulação de gordura nas células do fígado devido a alterações no metabolismo da energia. Estas alterações acontecem quando, por algum motivo o animal fica sem comer durante vários dias e o seu organismo começa a usar a gordura corporal como fonte de energia. A gordura vai ser mobilizada para o fígado em grande quantidade e como não é possível metabolizá-la normalmente vai-se acumular nas células do fígado impedindo-as de realizar as funções normais.
O diagnóstico deve ser feito o mais cedo possível para que se possa iniciar imediatamente o tratamento que varia conforme a sua gravidade e a existência ou não de outras doenças. Em muitos casos é necessária hospitalização e uma alimentação rica em proteínas e com as calorias adequadas. Em casos em que o animal se recuse a comer, mesmo com estimulantes do apetite, é necessário colocar uma sonda de alimentação (esofágica ou nasal) para administrar comida ao animal até que ele recomece a mostrar interesse pela comida.